quarta-feira, 2 de julho de 2014
São Bernardino Realino, salvava almas para Deus
Diante da vida do santo de hoje, poderíamos afirmar que nada tinha para chegar aos altares, até que passou a ter tudo, pois decidiu-se por Jesus. Bernardino Realino nasceu em Capri, próximo a Nápoles, em 1530, numa família religiosa que o promoveu para os estudos de Direito, o qual exerceu em Nápoles.
Como era de costume na época, o jovem andava armado com um punhal, até que diante de um desentendimento feriu gravemente um adversário, e por isso fugindo de complicações jurídicas e vingança, foi para o Norte da Itália.
Ao entrar na carreira política e administrativa, Bernardino progrediu, chegando a ser prefeito em muitas cidades. Jesus entrou em sua vida através de um sacerdote jesuíta, que falou sobre a riqueza da vida cristã e seus deveres. Desta maneira, Bernardino começou a rezar com empenho o Santo Terço, que o arrancou de todo indiferentismo religioso.
Durante sua linda caminhada de fé e testemunho, descobriu sua vocação, renunciou a tudo e entrou com 35 anos na Companhia de Jesus. Encaminhou-se ao Sacerdócio, exercendo-o na cidade de Lecce.
Como exemplo e reflexo do Bom Pastor, São Bernardino Realino no confessionário, pregação e direção espiritual salvava almas para Deus e com Deus, que o levou para o Céu com 86 anos.
São Bernardino Realino, rogai por nós!
Um deles será o governador do Ceará
As eleições deste ano no Ceará terão um número consideravelmente reduzido de candidatos ao pleito majoritário, que são os cargos de governador, vice-governador e senador. Somente quatro chapas foram homologadas pelos partidos até o último dia 30 de junho - prazo final para a realização de convenções - para disputar a cadeira mais alta do Palácio da Abolição.
Representando o grupo apoiado pelo arco de alianças do governador Cid Gomes, o escolhido para encabeçar a chapa ao Governo Estadual é o deputado Camilo Santana (PT). A vice-governadoria será disputada pela ex-secretária da Educação Izolda Cela (PROS), que era uma das pré-candidatas ao Governo Estadual. Ela comandou a pasta mais bem avaliada da gestão liderada por Cid de 2007 a abril de 2014 e é casada com o prefeito de Sobral, Veveu Arruda.
Para o Senado, quem concorre pela chapa governista é o deputado Mauro Filho, titular da Secretaria da Fazenda de 2007 a setembro de 2013. O parlamentar é economista e professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal do Ceará.
Mauro Filho foi secretário da Fazenda da Prefeitura de Fortaleza em 1989, na gestão de Ciro Gomes. Nos anos 1990, foi secretário do Planejamento e secretário da Casa Civil, a convite de Ciro Gomes já como governador do Estado. Desde 1994, o parlamentar tem conseguido se eleger para deputado estadual. Os suplentes de senador são o deputado federal José Linhares (PP) e Honório Pinheiro (PROS).
Até o início da noite de ontem, a assessoria de imprensa do PROS não havia feito o balanço de todas as atas das convenções, mas já havia pelo menos 19 aliados confirmados no apoio à candidatura de Camilo Santana.
Uma das chapas opositoras é liderada pelo senador Eunício Oliveira, empresário e líder do PMDB no Senado. A chapa formada por DEM, PRP, PSC, PTN, PSDC e PPS terá na vaga de vice-governador Roberto Pessoa (PR), ex-prefeito de Maracanaú. Arquirrival dos irmãos Ferreira Gomes, Pessoa foi deputado estadual e deputado federal por três mandatos. Antes, Roberto estava disposto a sair candidato ao Governo do Estado, mas, para fortalecer a oposição, acabou se unindo a Eunício Oliveira.
O nome que concorrerá a uma vaga no Senado é Tasso Jereissati (PSDB), que foi governador do Ceará três vezes e senador até 2010, quando perdeu a eleição para Eunício Oliveira e José Pimentel, ambos apoiados pelo ex-presidente Lula. Empresário, Tasso ganhou a eleição para o Governo Estadual, em 1986, com um discurso contra os coronéis cearenses remanescentes do regime militar e com a promessa de modernizar o Estado. Os suplentes de senador serão Chiquinho Feitosa (DEM) e Fernando Façanha (PSDB).
A chapa surpresa deste pleito é liderada pela deputada estadual e economista Eliane Novais (PSB), que postulará uma cadeira no Executivo. O cargo de vice-governador será pleiteado pelo empresário e advogado Leonardo Bayma, secretário de relações institucionais do PSB cearense e ex-conselheiro nacional de Juventude no Governo Lula.
Preterida
O nome de Leonardo foi escolhido às pressas, após Nicolle Barbosa renunciar ao cargo por se sentir preterida pelos correligionários. Ela estava cotada para ser a candidata ao Governo e foi avisada, na última hora, que a indicada seria Eliane Novais.
Quem vai pleitear a senatória pelo partido é a ambientalista Geovana Cartaxo, professora universitária e integrante da comissão nacional da Rede Sustentabilidade de Marina Silva. Os suplentes de senador são Valda Albuquerque e João Siebra. O PSB vai sair sozinho na chapa majoritária, sem alianças.
A quarta coligação que vai se candidatar nas eleições majoritárias é encabeçada pelo PSOL, que, ao lado de PCB e PSTU, lançou a candidatura do sindicalista e professor Ailton Lopes ao Governo do Estado, que lidera a "Frente de Esquerda Socialista".
O vice de Ailton na disputa será Jean Carlos, do PCB, ligado à categoria dos sapateiros. Já a vaga de senador, na chapa que se denomina oposicionista, ficará com Valdir Pereira (PSTU), assessor político do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintro). Os suplentes são Benedito Oliveira (PCB) e Augusto César (PSOL).
Acordos para a disputa de vagas no Legislativo
Com o fim do prazo para a realização das convenções e a definição das alianças para a disputa majoritária, os partidos cearenses também acertaram as coligações formadas na busca pelos cargos proporcionais. No pleito para deputado federal, apenas o PSB vai sozinho para a briga, enquanto a corrida pelas cadeiras da Assembleia Legislativa tem cinco agremiações que concorrerão isolados das demais siglas. Em uma mesma aliança majoritária, há vários grupos reunidos para a disputa de estadual e federal.
A coligação de apoio à candidatura de Camilo Santana (PT) se dividiu em dois blocos para a disputa pela Câmara dos Deputados. A primeira chapa inclui os partidos de maior representação, sendo formada entre 11 legendas. As agremiações que compõem esse bloco são PROS, PT, PCdoB, PSD, PDT, PTB, PHS, PRB, PSL, SD e PP. A expectativa dessa chapa maior é conseguir eleger entre 14 e 16 deputados federais, segundo o presidente do PDT, André Figueiredo, o único candidato à Câmara Federal do seu partido.
Expectativa
O segundo bloco é formado por sete partidos conhecidos como nanicos. A criação do bloco foi articulado ainda durante o ano passado, mas a saída de algumas agremiações para declararem apoio à candidatura do senador Eunício Oliveira ao Governo do Estado interferiu na composição do grupo. Apesar do estremecimento, a chapa ficou composta por PTdoB, PTC, PMN, PPL, PRTB, PEN e PV.
De acordo com o presidente do PPL, André Ramos, essa segunda coligação conta com 44 candidatos e a expectativa do grupo é que pelo menos dois nomes sejam eleitos. Os representantes mais fortes do grupo são o deputado estadual Paulo Facó (PTdoB) e o vereado Leonelzinho Alencar (PTdoB), além do próprio dirigente do PPL e também do presidente do PMN, Reginaldo Moreira.
Já na disputa pelos cargos de deputado estadual, a coligação de apoio a Camilo Santana se dividiu em mais grupos. PDT, PCdoB e PTC marcharão sozinhos cada um para buscarem uma vaga na Assembleia Legislativa. Os candidatos desses partidos entendem que coligados perderiam chances de eleger mais deputados.
O maior bloco, no entanto, é formado entre PROS, PT, PSD, SD, PTB, PHS, PSL, PRB e PV. "São em torno de 90 candidatos e a intenção do grupo é fazer de 28 a 30 eleitos", revelou o deputado Osmar Baquit, que representou o PSD nas negociações que definiram a coligação proporcional.
Bloco
A outra coligação de aliados a Camilo Santana é formada entre PP, PTdoB e PMN. De acordo o presidente do PTdoB, Haroldo Abreu, esse bloco conta com aproximadamente 40 candidatos e a expectativa do grupo é eleger três nomes. "Acreditamos que a candidatura do vereador John Monteiro é a mais forte", avaliou o dirigente. A terceira coligação é formada entre PPL, PEN e PRTB. "Essa chapa tem um pouco mais de 60 candidatos e a expectativa é que consigamos fazer três deputados estaduais", ressaltou o presidente do PPL, André Ramos.
A base de sustentação da candidatura do senador Eunício Oliveira ao Governo do Estado também vai se dividir em dois grupos para a disputa pelos cargos de deputado federal. O primeiro será formado entre PMDB, PR, PSDB e PSC, enquanto a segunda coligação será composta por DEM, PSDC e PPS. Nesse segundo grupo, as legendas confiam no coeficiente eleitoral de Moroni Torgan para assegurar o êxito no pleito.
Já nas eleições para deputado estadual, os aliados de Eunício Oliveira se dividirão em três composições. Na disputa pelas vagas da Assembleia Legislativa, o grupo maior é formado entre PMDB, PR, PSDB e DEM, enquanto a segunda coligação é composta pelo PSDC, PPS e PTN.
Espaço
O PSC marchará sozinho para a disputa. "Se fizéssemos parte de alguma coligação, talvez a gente não tivesse espaço para eleger nenhum deputado estadual. Sozinho, temos condição de fazer pelo menos três parlamentares", declarou o presidente estadual da legenda, Wellington Sabóia.
O PSB, que lançou a deputada Eliane Novais como postulante ao Governo do Estado, também partirá sozinho na corrida pelos cargos proporcionais. "Vamos só em tudo. São 10 candidatos a deputado estadual e 20 para deputado federal", afirmou o presidente estadual da sigla, Sérgio Novais.
A mesma base de sustentação da candidatura de Ailton Lopes ao Governo do Estado unirá forças para a disputa proporcional. PSOL, PSTU e PCB lançará chapas para os cargos de deputado estadual e deputado federal. Na briga por vagas na Assembleia Legislativa, o bloco confia em uma votação expressa que possam ter os principais candidatos do partido, Renato Roseno e o vereador João Alfredo. Já para a Câmara dos Deputados, Soraya Tupinambá, ex-candidata ao Executivo estadual, é um dos principais nomes do grupo.
terça-feira, 1 de julho de 2014
Conheça o perfil de Eunício Oliveira, candidato ao governo do Ceará pelo PMDB
Agropecuarista, foi três vezes Deputado Federal, foi Ministro das Comunicações (2004/2005) no Governo Lula, e ex-líder do PMDB na Câmara dos Deputados (2003). No último dia 3 de outubro, Eunício conseguiu mais uma vitória. Com quase 2,7 milhões de votos, ele foi o Senador mais bem votado em toda história política do Ceará. Foi graças ao seu desempenho de destaque na Câmara dos Deputados e no Ministério das Comunicações do Governo Lula que Eunício foi avaliado e reconhecido nas urnas pelos cearenses. Ele é aliado ao governo do presidente Lula e foi um dos responsáveis pela expressiva vitória da presidente eleita, Dilma Rousseff, no Ceará.
PMDB
Em 2008, Eunício foi reconduzido à Presidência Estadual do PMDB-CE, quando teve seu nome aclamado por unanimidade para continuar os trabalhos frente à legenda, no Biênio 2009/2010 no estado. Ainda em 2009, foi reconduzido ao cargo de Vice-líder do PMDB na Câmara.
Eunício está há 40 anos filiado ao mesmo partido. Ele começou em 1972 no antigo MDB que, extinto em 1981, originou o PMDB. Eunício Oliveira, 57 anos, iniciou em fevereiro de 2007 o seu terceiro mandato como deputado federal, quando foi eleito pelo Ceará com mais de 240 mil votos, sendo o segundo parlamentar mais votado no estado.
A trajetória eleitoral demonstra que o povo cearense deu a Eunício uma crescente votação: 98 mil votos em 1998, 112 mil em 2002, e 240.500 em 2006. Em 2010, Eunício aceitou uma nova missão e tornou-se o senador mais bem votado em toda história do Ceará, com a preferência de 2.688.833 eleitores.
Incluído entre os 32 parlamentares de todo o país (no total a Câmara é composta por 513 deputados) que se elegeram sozinhos, atingindo o chamado quociente eleitoral, Eunício Oliveira foi o deputado mais votado de seu partido e o segundo da coligação (PMDB, PC, PC do B e PHS) que, nas eleições de 2006, elegeu Cid Gomes governador do Ceará e deu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proporcionalmente, a segunda maior votação (82%) no Estado. A expressiva votação obtida pelo deputado viabilizou votos para outros candidatos eleitos pela coligação, e ampliou o número de deputados federais do PMDB na bancada cearense.
O resultado das eleições de 2006, e principalmente de 2010, reflete o trabalho que Eunício Oliveira vem desenvolvendo em Brasília desde que decidiu se afastar da iniciativa privada para entrar na vida pública. Sempre presente em plenário, especialmente na votação das matérias mais importantes da Câmara, ele tem seu trabalho reconhecido por agir nos principais eixos que fazem parte da atuação parlamentar. Desenvolve reconhecido papel como articulador político na defesa das questões nacionais e regionais. Como relator para a área de infra-estrutura na Comissão Mista de Orçamento, por exemplo, levou o Governo Federal a destinar mais de R$ 90 milhões para Complexo do Castanhão, no Ceará, além de recursos para outras obras importantes para todo o Nordeste; e, pelo volume de projetos de lei e participação nas comissões temáticas da Câmara, é considerado como um dos mais atuantes. Teve participação destacada, como membro titular, nas Comissões de Ciências e Tecnologia e Comissão Mista do Orçamento.
PMDB
Em 2008, Eunício foi reconduzido à Presidência Estadual do PMDB-CE, quando teve seu nome aclamado por unanimidade para continuar os trabalhos frente à legenda, no Biênio 2009/2010 no estado. Ainda em 2009, foi reconduzido ao cargo de Vice-líder do PMDB na Câmara.
Eunício está há 40 anos filiado ao mesmo partido. Ele começou em 1972 no antigo MDB que, extinto em 1981, originou o PMDB. Eunício Oliveira, 57 anos, iniciou em fevereiro de 2007 o seu terceiro mandato como deputado federal, quando foi eleito pelo Ceará com mais de 240 mil votos, sendo o segundo parlamentar mais votado no estado.
A trajetória eleitoral demonstra que o povo cearense deu a Eunício uma crescente votação: 98 mil votos em 1998, 112 mil em 2002, e 240.500 em 2006. Em 2010, Eunício aceitou uma nova missão e tornou-se o senador mais bem votado em toda história do Ceará, com a preferência de 2.688.833 eleitores.
Incluído entre os 32 parlamentares de todo o país (no total a Câmara é composta por 513 deputados) que se elegeram sozinhos, atingindo o chamado quociente eleitoral, Eunício Oliveira foi o deputado mais votado de seu partido e o segundo da coligação (PMDB, PC, PC do B e PHS) que, nas eleições de 2006, elegeu Cid Gomes governador do Ceará e deu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proporcionalmente, a segunda maior votação (82%) no Estado. A expressiva votação obtida pelo deputado viabilizou votos para outros candidatos eleitos pela coligação, e ampliou o número de deputados federais do PMDB na bancada cearense.
O resultado das eleições de 2006, e principalmente de 2010, reflete o trabalho que Eunício Oliveira vem desenvolvendo em Brasília desde que decidiu se afastar da iniciativa privada para entrar na vida pública. Sempre presente em plenário, especialmente na votação das matérias mais importantes da Câmara, ele tem seu trabalho reconhecido por agir nos principais eixos que fazem parte da atuação parlamentar. Desenvolve reconhecido papel como articulador político na defesa das questões nacionais e regionais. Como relator para a área de infra-estrutura na Comissão Mista de Orçamento, por exemplo, levou o Governo Federal a destinar mais de R$ 90 milhões para Complexo do Castanhão, no Ceará, além de recursos para outras obras importantes para todo o Nordeste; e, pelo volume de projetos de lei e participação nas comissões temáticas da Câmara, é considerado como um dos mais atuantes. Teve participação destacada, como membro titular, nas Comissões de Ciências e Tecnologia e Comissão Mista do Orçamento.
PADRE ZÉ (PP) SE IRRITA COM A MANEIRA PELA QUAL CAMILO FOI ESCOLHIDO CANDIDATO PELO PROS
Repercutiu em toda a cidade a entrevista concedida pelo deputado federal do Padre Zé Linhares ao repórter Carlos Alberto Ritchelly, Rádio Tupinambá de Sobral, durante convenção do PT no domingo em Fortaleza. Padre Zé Linhares, chegou a dizer que o seu partido foi desprestigiado pelo governador Cid Gomes, que o deixou de lado durante as articulações para a composição das coligações partidárias.
Padre Zé Linhares, enquanto lamentava de forma emocionada, chegou a dizer que todos que estavam ali estavam sendo pagos e cerca de 70 ônibus foram contratados para levar o povo a convenção do PT. “Tudo que eles querem somente o PT e o Pros estão sendo privilegiados.
Nós vamos sair, para não sofrer a humilhação do jeito que está não dar para o PP”, disse padre Zé Linhares, ao mesmo tempo em que falava que esteve por diversas vezes reunido com os Ferreira Gomes e nada foi definido.
Em outro trecho, bastante emocionado o deputado do PP, disse que não entende política sem conversa, e sem diálogo. “Juntando esse monte de partido pequeno que está aqui, não dar um minuto de televisão e o PP tem um minuto e 59 segundos”, desabafou Zé Linhares. “Querem empurrar um candidato de goela abaixo sem a gente saber quem ele é, não dá”, disse Zé Linhares se referindo ao candidato do PT Camilo Santana.
Fonte: Blog do Wilson Gomes
Nota Oficial do partido Solidariedade
O Solidariedade Ceará, através do seu presidente, Deputado Federal Genecias Noronha, vem a público informar que, por meio de decisão democrática da Executiva Estadual, irá coligar-se com a chapa encabeçada pelo pré-candidato ao Governo do Estado, Deputado Camilo Santana (PT), nas eleições deste ano.
Reitera, ainda, que disputará o pleito de outubro com sete pré-candidatos ao cargo de Deputado Estadual e dois Deputados Federais. E, na disputa para a Presidência da República segue a Executiva Nacional, apoiando a candidatura do Senador Aécio Neves.
Por fim, reafirma o compromisso com o desenvolvimento do Ceará e do País, com a ética e a transparência, colocando-se como parceiro da comunidade no debate das demandas populares, no diálogo com as esferas de poder, propondo soluções e buscando conquistas que beneficiem o povo nas mais diversas áreas como Saúde, Transporte, Educação, Moradia e Segurança.
Fortaleza, 1º de julho de 2014.
Executiva Estadual do Solidariedade-CE
Ex-prefeito de Tabuleiro do Norte é condenado por improbidade administrativa
O Ministério Público Federal no Ceará (MPF/CE) obteve a condenação do ex-prefeito de Tabuleiro do Norte (CE) Maiard de Andrade por improbidade administrativa. Quando estava à frente da administração da cidade, Andrade deixou de apresentar prestação de contas da utilização de verbas federais e não repassou ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) valores descontados de servidores públicos.
Ao considerar procedente pedido do MPF, o juiz Gustavo Melo Barbosa, da 15ª Vara da Justiça Federal em Limoeiro do Norte, determinou que o ex-prefeito ressarça integralmente os cofres públicos dos prejuízos causados. O valor total ultrapassa R$ 13 mil – valores que ainda serão corrigidos. Andrade também foi condenado ao pagamento de multa, suspensão de direitos políticos por oito anos e proibição de contratar com o poder público por cinco anos. Quando não couber mais recursos no processo, ele também poderá perder função pública, caso ocupe alguma no momento.
Entre os anos de 2002 e 2004, o ex-prefeito de Tabuleiro do Norte deixou de apresentar prestação de contas, o que fez com que o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) sequer tomasse conhecimento de dezenas de licitações promovidas pelo município.
Já entre no período de 2001 a 2003, conforme demostram pareceres do TCM, o ex-gestor deixou de repassar ao INSS valores que tinham sido descontados na folha de pagamento de funcionários do município. Ao todo, R$ 10.861,77 deixaram de ser transferidos para a Previdência Social, o que equivale a 8,7% do que foi descontado dos servidores.
Fonte: MPF
Eunício abre metralhadora e critica falta de gestão
O candidato do PMDB ao Governo do Estado, Eunício Oliveira, disse, em entrevista ao Jornal Alerta Geral (FM 104.3 – Rede Somzoom), que o Governo do Estado construiu prédios faraônicos, esqueceu o ser humano e deixou muitos prédios prontos, mas vazios e sem mão de obra para atender a população nas áreas de saúde e segurança pública. Eunício criticou, ainda, a construção do aquário e disse que o Ceará, como estado pobre, tem outras prioridades.
Na primeira entrevista após o encerramento do prazo para realizações de convenções partidárias, Eunício Oliveira soma oito partidos na coligação puxada pelo PMDB. A aliança tem, ainda, o PSDB, PPS, DEM, PSC, PR, PSDC e PRT. O candidato a vice na chapa de Eunício é o ex-prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, e o candidato ao Senado é o tucano Tasso Jereissati.
PSB-CE: Nota à imprensa
Venho a público informar que aceitamos com tranquilidade a renúncia de Nicolle Barbosa à candidatura de vice-governadora pelo PSB.
Informamos que a executiva estadual do PSB-CE já deliberou pela indicação do nome do jovem empresário e advogado Leonardo Bayma para a vaga de vice na chapa que terá a deputada Eliane Novais como candidata ao Governo do Estado. Geovana Cartaxo será candidata ao Senado, conforme deliberado pela convenção estadual do partido nesta segunda (30/06).
Estamos confiantes de que a candidatura do PSB chegará ao segundo turno das eleições majoritárias.
Sergio Novais
Presidente do PSB-CE
Rapadura superfaturada em 300% por nora e filha de prefeito de Juazeiro do Norte
A compra de rapadura para o Restaurante Popular de Juazeiro do Norte foi o assunto mais polemizado durante a última semana, no Cariri. Uma nota de empenho para aquisição do produtos, datado de 2013, autorizou a compra e pagamento de 150 kg de rapadura, ao valor unitário de R$ 5,19, o que totaliza R$ 778,00.
Comerciantes e produtores estimam que tenha havido superfaturamento em torno de 300%, pois o preço médio do produto é de R$1,50 a unidade. A compra foi autorizada pela secretária de Assistência Social e Cidadania do Município, Roberta Sampaio (nora do prefeito Raimundo Macedo), e pela administradora do Restaurante Popular, Milena Gonçalves de Macedo (filha de Raimundão).
A aquisição gerou suspeitas e deve ser apurada pelos vereadores de oposição para formalização de denúncia junto ao Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE).
Evangelho do dia
Evangelho (Mt 8,23-27)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 23Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. 24E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
25Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!” 26Jesus respondeu: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.
27Os homens ficaram admirados e diziam: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Santo Aarão, exemplo de fidelidade
Pertence aos santos do Antigo Testamento. O santo de hoje era irmão de sangue de Moisés.
Seu testemunho está nas Sagradas Escrituras no Pentateuco, no Salmo 98 e no livro do Eclesiástico.
“Exaltou também a Aarão, santo como ele, seu irmão, da tribo de Levi. Confirmou para ele uma aliança eterna, deu-lhe o sacerdócio do seu povo, encheu-o de felicidade e de glória. Moisés consagrou-lhe as mãos e o ungiu com o óleo santo. Foi-lhe, pois, concedido por aliança eterna, a ele e à sua descendência, enquanto durar o céu: servir ao Senhor e exercer o sacerdócio, e abençoar o povo em seu nome.” (Eclo 45,7-8.18-19)
Aarão é exemplo de fidelidade e de ‘sim’ a Deus.
Santo Aarão, rogai por nós!
Mauro para o Senado na chapa de Camilo Santana
O deputado estadual Mauro Filho (PROS), no início da noite de ontem, aceitou ser o candidato ao Senado na chapa encabeçada pelo também deputado estadual Camilo Santana (PT), como candidato a governador do Estado, apoiado por Cid Gomes. Depois de definido o nome do candidato ao Senado, o governador e os representantes de partidos aliados discutiram o nome do candidato a vice-governador, que ficou com a ex-secretária da Educação Izolda Cela.
No sábado à noite, a vaga de vice-governador, na chapa de Camilo Santana, havia sido destinada ao deputado José Albuquerque, presidente da Assembleia Legislativa, mas ele preferiu ficar no Legislativo, daí o fato de a convenção dos governistas, no último domingo, ter acabado homologando apenas a candidatura de Camilo Santana ao Governo e a coligação partidária.
No fim da noite de ontem, terminou o prazo definido pelo Calendário Eleitoral, feito pelo Tribunal Superior Eleitoral, para que todos os candidatos ao pleito deste ano tivessem seus nomes homologados em convenções, assim como homologadas ao coligações partidárias.
Aos poucos, o clima de insatisfação de alguns aliados do governador Cid Gomes, em razão da candidatura do petista Camilo Santana, vai arrefecendo. Durante toda a manhã de ontem, correligionários do PROS e membros da legenda se reuniam para decidir os rumos a serem seguidos em prol do apoio ao postulante do cargo de chefe do Poder Executivo Estadual.
O anúncio de que Santana iria disputar o Governo do Estado pegou muitos de surpresa, o que fez com que alguns tivessem que se reunir para decidir se permaneciam ou não na coligação de, pelo menos, 17 partidos. O Solidariedade (SD), por exemplo, que tem resolução nacional contra o Partido dos Trabalhadores, foi um que passaram a manhã reunido em busca de um denominador comum ao imbróglio que se tornou parte da chapa.
O líder do partido na Assembleia, o deputado Fernando Hugo, é um dos maiores críticos do PT na Casa, assim como do Governo Dilma Rousseff, e não recebeu o anúncio de candidatura do petista com muita satisfação. Thiago Campelo e Lucilvio Girão são outros que compõem o SD no Legislativo Estadual e também não se conformam com a indicação.
Problemas
O presidente da sigla, Genecias Noronha, chegou a dizer que o grêmio é oposição ao PT em nível nacional, mas que no Ceará pode ter a primazia de decidir com quem ficaria.
O deputado Manoel Duca (PROS), um dos defensores de um nome originário do Legislativo, disse que foi pego de surpresa com a indicação de candidato do PT, já que ele defendia Zezinho Albuquerque ou Domingos Filho. Segundo disse, há problemas internos e nos municípios que devem ser solucionados ao longo dos dias. "Nós mesmos temos problemas (com o nome), mas vamos conversar e ouvir o governador", declarou ele, que passou a manhã em reunião com o presidente da Assembleia.
O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, Sergio Aguiar (PROS), disse que teve seu pedido atendido em parte, porque mesmo Camilo sendo integrante da Casa não é um membro do PROS. Ele defendia que o indicado fosse um dos representantes do Legislativo, sendo que os nomes que aprovava eram os de Zezinho, Mauro Filho ou Domingos Filho, todos do PROS. "É claro que eu queria o fortalecimento do PROS, mas com o nome do Camilo, o partido demonstra que não está fazendo um projeto apenas dele (PROS)".
Superada
Ele lembrou também que alguns partidos deixaram de formar no grupo com a coligação encabeçada pelo PT, considerando o cenário nacional, onde as siglas são contrárias à legenda petista. "Foi um fator que gerou dificuldades. Se o candidato fosse do PROS, não haveria essa problemática", disse o parlamentar em referência à saída de DEM e PPS da coligação. Os aliados da candidatura de Santana esperam que essa situação seja superada com a capacidade de gestão do petista.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque, foi mais comedido e defendeu a candidatura de Camilo Santana. O parlamentar, que deve ser candidato à reeleição, disse que Santana é o melhor candidato para o momento atual. "Eu sempre dizia que o meu nome estava à disposição, mas não fazemos política com nome, mas com projeto", disse.
Ele ressaltou que está realizando reuniões com prefeitos, deputados e lideranças políticas visando o apoio a Camilo. "Talvez eu vá trabalhar mais para ele do que iria trabalhar para a minha candidatura", disse Albuquerque, afirmando que irá ficar mesmo no Legislativo. "Sou homem do Parlamento", frisou.
Antônio Granja (PROS), por sua vez, lembrou que toda uma conjuntura teve que ser alterada por conta do nome apresentado, mas destacou que os parlamentares terão que trabalhar para tentar os problemas surgidos. "Vamos ver se conseguimos convencer esses parceiros para fortalecer a candidatura de Camilo Santana. Não era o nome da linha de frente, mas eu diria que não foi uma grande surpresa".
O líder do PSD na Assembleia, deputado Osmar Baquit, ressaltou que no seu partido nenhum dos cinco deputados se colocam contra a indicação de Cid Gomes. Nem mesmo ele que é um dos maiores críticos do PT, no Município de Quixadá.
Já o PCdoB mostrava satisfação com a indicação do nome de Santana, no entanto, passou a manhã cobrando uma posição quanto ao nome para o Senado Federal e vice-governador. Segundo informou o deputado Lula Morais (PCdoB), a legenda ficaria contente com a indicação do senador Inácio Arruda, para qualquer uma das duas vagas, embora antes reclamasse a reeleição de Inácio.
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